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sábado, 1 de outubro de 2011

LUSA: Aberturas de novos centros comerciais adiadas ou canceladas

 
A agência noticiosa LUSA, referindo-se ao último relatório da Cushman & Wakefield, noticiou que abertura de novos centros comerciais em Portugal está, segundo um estudo da , a ser "adiada ou cancelada", não só por falta de financiamento como pela maturidade do próprio mercado.
 
A LUSA informou que: O documento indica que a previsão de oferta futura de centros comerciais até 2013 "retrata a maturidade do mercado e o actual enquadramento do sector, com valores muito inferiores aos que se verificaram no passado".
 
A multinacional Cushman & Wakefield destaca que, de entre os novos projectos previstos durante os próximos três anos, cerca de 12 novos centros comerciais, "uma parte importante dos mesmos encontra-se ainda numa fase prematura, não passando em muitos casos de intenções de investimento que poderão ser adiadas ou mesmo canceladas".

O relatório refere também que, devido à crise, os outlets como o Freeport, em Alcochete, e o The Style, em Vila do Conde, "beneficiaram nos últimos anos do enquadramento de crise económica, com a cada vez maior valorização do factor preço por parte dos consumidores".

Já em 2009 o Diário Económico noticiára o abrandamento da construção de centros comerciais em Portugal, precisamente baseando-se em informações da Cushman & Wakefield. 

Segundo aquela consultora, dos 1,2 milhões de metros quadrados de centros comerciais previstos até 2012, só 400 mil estavam em construção, ou seja, qualquer coisa como quatro Dolce Vita Tejo, o maior centro da Europa.

Ainda assim, no primeiro semestre de 2009 abriram em Portugal sete novos centros comerciais de grande envergadura, mais 7% que em 2008.

De acordo as informações daquela consultora em 2009, o cancelamento ou adiamento de projectos de construção anunciava uma retracção.

Contudo, também adiantou que o número de centros com abertura prevista para 2009 bateria um novo recorde na área bruta inaugurada.

Para saber mais sobre estes relatórios e sobre a população alvo destes estudos da Cushman & Wakefield, consulte as seguintes ligações:


Bem como:

Portugal economic MarketBeat 2Q11

Portugal industrial MarketBeat 2Q11

Portugal office MarketBeat 2Q11


Aguardo os seus comentários e as suas questões.

Até breve!

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

LUSA: Chiado é a zona comercial mais cara do país


Fazendo reporte ao relatório MarketBeat, da Cushman & Wakefield (C&W), a agência noticiosa LUSA, informou que a zona comercial do Chiado, em Lisboa, passou a ser a mais cara do país, destronando a Avenida da Liberdade que, segundo aquele relatório, liderou o 'ranking' durante vários anos.

Segundo a C&W, "apesar da apatia sentida no mercado imobiliário em geral", os primeiros seis meses de 2011 indicam que, em Lisboa, "a zona do Chiado é hoje a que pratica as rendas mais elevadas", situando-se o valor de referência nos 80 euros por metro quadrado por mês, enquanto que na Avenida da Liberdade se situa nos 72,50 euros por metro quadrado por mês.

O MarketBeat refere também que, no Porto, a Rua de Santa Catarina é a principal referência para o comércio de rua na cidade e mantém também o valor da renda em 45 euros por metro quadrado por mês, um montante que já vem desde 2009.

O relatório frisa que o comércio de rua "registou nos últimos anos um crescimento significativo em Portugal, em especial na cidade de Lisboa" e muito particularmente na zona do Chiado, associada "a um público jovem , 'trendy' e com poder de compra acima da média.

O sector do retalho, diz o documento, está a viver o período mais difícil desde 2007, altura em que "tem vindo a sofrer com a deterioração do poder de compra dos consumidores e com a sua própria maturidade, que lhe confere um ambiente cada vez mais concorrencial".

Para saber mais sobre estes relatórios e sobre a população alvo destes estudos da Cushman & Wakefield, consulte as seguintes ligações:


Bem como:

Portugal economic MarketBeat 2Q11

Portugal industrial MarketBeat 2Q11

Portugal office MarketBeat 2Q11

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